Orientações Estratégicas

  • Aumentar e otimizar a doação de órgãos e tecidos, de dador cadáver e vivo, e a transplantação, mantendo lugares cimeiros a nível Europeu e Mundial, à semelhança dos resultados atingidos em 2009;
  • Desenvolver e implementar um sistema de qualidade aplicável às atividades desenvolvidas pelos centros de doação e transplantação de órgãos, que assegure a qualidade, segurança e uniformidade de critérios dos órgãos colhidos e transplantados em território nacional;
  • Acompanhar e monitorizar as atividades envolvendo órgãos, tecidos e células através da implementação nacional do Registo Português da Transplantação (RPT), e do Sistema Nacional de Biovigilância (SNB);
  • Assegurar que a distribuição de tecidos e células para transplantação é feita apenas por Bancos de Tecidos e Células autorizados de acordo com os critérios de qualidade e segurança definidos nas Diretivas Europeias, e nas boas práticas internacionais;
  • Diminuir o número de tecidos importados para aplicação, promovendo a autosuficiencia em relação às necessidades;
  • Aumentar a cedência de tecidos colhidos em território nacional e processados no BT IPST e, consequentemente, reduzir o custo deste tipo de terapêuticas para o SNS;
  • Aumentar a diversidade genética dos potenciais dadores registados no CEDACE (Centro Nacional de Dadores de Células de Medula Óssea, Estaminais ou de Sangue do Cordão),com vista ao aumento da capacidade de resposta aos doentes que requerem transplante de progenitores hematopoiéticos;
  • Libertar unidades de Sangue do Cordão analisadas e processadas no Banco Público de Células do Cordão Umbilical (BPCCU – IPSTCord), para realização de transplantes alogénicos;
  • Promover o conhecimento através da formação, ensino e desenvolvimento;
  • Promover a interação e cooperação entre entidades a nivel nacional e internacional;
  • Promover a gestão sustentável da rede de doação e transplantação.