Centros de Sangue e da Transplantação

 

 

Cargo

Titular

Nomeação

Diretor Técnico CSTPorto

Jorge Manuel Condeço Ribeiro

Despacho (extrato) nº 4049/2016, de 21 de março

Diretor Técnico CSTCoimbra

Isabel Maria da Conceição Lobo

Deliberação (extrato) nº 632/2017, de 19 de maio

Diretor Técnico CSTLisboa

Ana Paula Correia Henriques de Sousa

Despacho (extrato) nº 4051/2016, de 21 de março

 

 

COMPETÊNCIAS

Aos Centros de Sangue e da Transplantação, no âmbito da sua área territorial de intervenção, compete:

a) Promover e sensibilizar os cidadãos para a dádiva de sangue, tecidos e células;

b) Participar a nível das comunidades locais na educação dos jovens sobre a dádiva de sangue, tecidos e células;

c) Promover e apoiar localmente a atividade de voluntariado, nomeadamente através das organizações de Dadores de Sangue;

d) Definir, propor e implementar a estratégia mais eficaz para a colheita de sangue, tecidos e células;

e) Proceder à colheita, separação em componentes, estudo laboratorial, conservação, distribuição de sangue e componentes sanguíneos;

f) Proceder ao controlo de qualidade dos produtos utilizados e dos produtos finais;

g) Assegurar a recolha e o tratamento da informação regional relativa ao processo transfusional e o funcionamento do sistema de hemovigilância;

h) Garantir o estudo laboratorial de dadores e dos doentes candidatos a transplantação de órgãos, tecidos e células;

i) Assegurar a manutenção das condições necessárias para a escolha do par dador recetor em transplantação renal;

j) Acompanhar a transplantação de órgãos, tecidos e células.

Compete ainda ao Centro de Sangue e da Transplantação de Lisboa gerir o Centro Nacional de Dadores de Células Estaminais de Medula Óssea de Sangue Periférico ou de Cordão Umbilical (CEDACE) e proceder às atividades do Banco de Tecidos, nomeadamente o processamento, estudo laboratorial, armazenamento e distribuição.

Por sua vez, ao Centro de Sangue e da Transplantação do Porto compete ainda gerir o Banco Público de Sangue do Cordão Umbilical (LUSOCORD).

 

 

Atividades -  Área do Sangue

As atividades dos Centros distribuem-se pela promoção da dádiva, educação para a dádiva, colheita de sangue, área laboratorial, armazenamento e distribuição de componentes, formação, articulação hospitalar e hemovigilância.

Promoção da Dádiva e Apoio de Atividade de Voluntariado

São atividades de promoção todas as iniciativas nas Escolas Básicas, Secundárias e de Ensino Superior e interface com Associações de Dadores e outras organizações sociais.

Mantemos com as Associações de Dadores, Grupos e Federações uma parceria através de reuniões, Workshops de modo a promover a angariação de novos dadores e a sua fidelização. Para a promoção da dádiva junto de minorias étnicas temos tido apoio, também, das autarquias e de associações de estudantes.

Contámos com o apoio da FOX e STAR WARS e estamos abertos a outras iniciativas que visem sensibilizar e educar para a Dádiva de Sangue, Tecido e Células.

Educação para a Dádiva

O Centro de Sangue e da Transplantação de Lisboa tem desde sempre apostado na  promoção,  sensibilização e educação para a dádiva de sangue e, desde 2012, de tecidos e células. Com o objetivo de educação dos jovens realizam-se visitas de estudo de alunos do 3º ciclo do ensino e do secundário, ações de promoção em estabelecimentos de ensino básico, secundário e universitário, colaboração com os Escuteiros, entre outros. Temos estado presentes em ações de promoção com grande visibilidade para os jovens como a Futurália, festa do Avante, ACANAC em 2012 e em ACAREGs.

Colheita de Sangue a Dadores

Os Centros realizam colheitas de sangue total e de componentes por aférese, realizando sessões móveis de colheita e em posto fixo - de segunda a sábado das 8h00 às 19h30 (onde são realizados exclusivamente os processos de aférese). As unidades de Sangue Total são todas separadas e obtêm-se Concentrados de Eritrócitos, Plaquetas (pools de 5 unidades que constituem uma dose terapêutica) e Plasma. O Centro de Sangue e da Tansplantação de Lisboa desde 2010 submete os pools de plaquetas a um procedimento de redução patogénica pelo método INTERCEPT. Temos ainda um programa de produção de Plasma Fresco Congelado de Quarentena e de Crioprecipitado de Quarentena, bem como o fracionamento de plasma pelo método INTERCEPT.

Em 2013 a iniciativa de realização de colheita de amostra e de respetivo Registo de Dadores de Medula Óssea| CEDACE passou a poder realizar-se em todas as Sessões de Colheita de Sangue.

Procura-se manter uma sustentabilidade adequada a resposta às solicitações de componentes sanguíneos para o tratamento das várias patologias em doentes.

Armazenamento e Distribuição de Componentes

Os Centros gerem o armazenamento e distribuição de componentes eritrocitários, plaquetários e plasmáticos, para responder a todas as solicitações de componentes sanguíneos para os doentes que deles necessitam.

Formação

Os Centros disponibilizam formação interna e externa nas diversas áreas de atividade respondendo às necessidades que identifica e para as quais são solicitados.

Articulação Hospitalar

A articulação com os serviços de medicina transfusional engloba vários aspetos, que visam essencialmente, promover e garantir a melhor prática transfusional, seja no âmbito dos protocolos celebrados com os serviços públicos, quer pela garantia de um especialista em imunohemoterapia como responsável e interlocutor, pela definição dos seguintes objetivos:

  • Divulgação das boas práticas na administração de componentes sanguíneos;
  • Promover o diálogo com os serviços de medicina transfusional tendo um papel facilitador na elaboração de trabalhos científicos sobre a utilização racional dos componentes sanguíneos.

Na operacionalização da articulação hospitalar são programadas Visitas Técnicas aos Serviços de Medicina Transfusional e Pontos Transfusionais pela equipa da Articulação Hospitalar.

Hemovigilância

As atividades relacionadas com a hemovigilância visam a coordenação nacional do Sistema Português de Hemovigilância e promover e garantir a melhor prática da medicina transfusional pela definição dos seguintes objetivos:

  • Manter e gerir um sistema de informação e relato eficiente, de reações adversas em dadores e recetores, erros e quase erros;
  • Coordenar  a rede de hemovigilância do país;
  • Promover a formação nos serviços de medicina transfusional tendo um papel facilitador na utilização racional dos componentes sanguíneos;
  • Propor medidas adequadas em cada local para o aumento de segurança do doente;
  • Coordenar com o Sistema Português de Hemovigilância

Definições e informação sobre estas atividades podem ser encontradas nos links de hemovigilância deste website.

 

 

Atividades -  Área da Transplantação

CEDACE - Medula Óssea

Biovigilância

Banco Público de Células do Cordão Umbilical

Banco de Tecidos

Medicina Laboratorial Transplantação