Quando existe um dador de órgãos, é gerada uma lista de recetores compatíveis de acordo com os critérios previamente estabelecidos; no caso do rim é feito através de um sistema.

As unidades de transplante são informadas do dador e do órgão em oferta e, consultando a lista de espera, decidem qual o doente mais indicado para receber o órgão, seguindo os critérios clínicos: compatibilidade do grupo sanguíneo, características antropométricas, gravidade do doente, etc.

Paralelamente, o doente é contactado para que num espaço de tempo muito reduzido a intervenção se realize. A preservação dos órgãos fora do corpo humano é possível apenas por um período de tempo limitado (tempo de isquémia), pelo que se um doente não estiver contactável poderá perder a vez para outro doente.